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06/03/2014 - ALL garante que tem condições de transportar o volume da safra deste ano
O diretor financeiro e de Relações com Investidores da operadora ferroviária América Latina Logística (ALL), Rodrigo Campos, afirmou que a empresa apresenta todas as condições favoráveis para capturar o volume da safra agrícola de grãos deste ano, que deve crescer 3,6% sobre a colheita passada segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
 
O executivo mencionou a resolução dos problemas com equipamentos nos terminais do Porto de Santos e a normalização do tráfego no corredor de exportação que liga o litoral paulista à região produtora do Centro-Oeste, como fatores que aumentam a confiança da companhia para absorver os volumes desperdiçados em 2013.
 
"Em um ano de operação portuária normal, a ALL tem tudo para capturar o que deixou de transportar no ano passado", afirmou.
 
Em 2013, a ALL conviveu com restrições no escoamento provocadas por um incêndio no shiploader - equipamento que embarca os granéis agrícolas (açúcar ou soja, por exemplo) nos navios - no principal terminal de operação ferroviária em Santos, o Terminal de Granéis do Guarujá (TGG), que afetou volumes de commodities agrícolas durante todo o quarto trimestre. Também sofreu em razão de um acidente com o shiploader no Terminal 39, o segundo mais importante terminal de descarga ferroviária, o que limitou sua capacidade até novembro.
 
Campos mencionou ainda, como um importante vetor de aumento de volumes agrícolas para a ALL neste ano, a operação em plena capacidade de seu complexo em Rondonópolis (MT). No ano passado, a concessionária inaugurou um trecho de 206 quilômetros de ferrovias desde o município de Alto Araguaia (MT) até Rondonópolis.
 
Para 2014, a empresa espera que os embarques de grãos ocorram em sua maioria no novo extremo da linha, o que significa um aumento da distância média transportada.
 
"A ALL vê um mercado promissor em 2014 por conta da safra recorde e da operação a todo vapor no projeto Rondonópolis", disse. A única restrição que permanecerá no Porto de Santos, segundo o diretor, é a de embarques de açúcar afetados pelo incêndio que destruiu, no ano passado, o terminal da Coopersucar e a das obras nas moegas - instalação utilizada para o desembarque das cargas, dos caminhões e vagões para o armazém - do terminal da Rumo Logística.
 
No entanto, ele acredita que grande parte do gargalo seja resolvido a partir do início do próximo semestre com a reconstrução das instalações da Coopersucar. "É possível que no segundo semestre a situação no sistema do açúcar esteja perto da normalidade", afirmou.
 
 
Fonte: O Estado de S. Paulo - Site NTC
 
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