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20/05/2015 - Interdição de anel viário após chuvas completa 3 meses em Piracicaba
Comerciantes da Ceagesp e moradores da área reclamam de transtornos. Obras no trecho entre SP-308 e SP-127 devem seguir por mais um mês.

Os transtornos causados pelos danos no asfalto da ponte do anel viário, próximo à Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado (Ceagesp) de Piracicaba (SP), completam três meses nesta terça-feira (19). O trecho usado por caminhões como desvio para não entrar na cidade também é a principal via de acesso à central de abastecimento e a três condomínios na região. A situação preocupa moradores e comerciantes. A concessionária responsável pela obra informou que o prazo para conclusão é até meados de junho. "Continua um transtorno absurdo. Tem que dar uma volta terrível para chegar ao Ceagesp e a clientela continua 30% menor", reclamou o engenheiro agrônomo Pedro Eugênio Adamo. "Sem contar a insegurança que aumenta, já que todo mundo é obrigado a fazer o mesmo caminho sempre", completou.

Segundo os motoristas que passam pelo local, disseram à reportagem que têm que dar uma volta grande para chegar ao local. "Aumenta a quilometragem e encarece o custo, que não pode ser repassado para o consumidor, porque hortifruti é valor de mercado, não podemos subir. Então a perda é nossa", falou Adamo. O asfalto da ponte do anel viário, que passa sobre o ribeirão do Piracicamirim, cedeu após as fortes chuvas que atingiram Piracicaba em fevereiro. O trecho tinha passado por reparos naquele dia devido a uma cratera que estava aberta na pista. A via ficou intransitável e o local onde houve o dano foi sinalizado pela Secretaria Municipal de Secretaria de Trânsito e Transportes (Semuttran).

Moradores
Para os moradores do Recanto Universitário, condomínio que fica do outro lado da pista, já em Rio das Pedras, a situação também é um transtorno. A obra acontece no trecho que liga a Rodovia do Açúcar (SP-308) até a Fausto Santomauro (SP-127). "Cada vez que a gente precisa ir para a cidade para fazer alguma coisa, tem que dar uma volta enorme. Se eu sair daqui para ir até a Paulista, por exemplo, eu levo meia hora a mais porque eu tenho que dar a volta pela Rodovia do Açúcar (SP-308). Além de o tempo ser bem maior, o custo é também mais alto", falou a gestora financeira Sônia Ribeiro Mendes.

Ela disse que os moradores dos três condomínios reclamam muito da situação. "A gente só vê um morro de terra lá e parece que ninguém faz nada. Eles não têm nem cronograma da obra ou se têm não nos passam e já faz três meses que está esse transtorno", desabafou.
Para Sônia, a obra está muito demorada. "É uma ponte muito pequena. Pela demora da obra, parece até que eles vão fazer uma ponte estaiada. E é uma obra que vai beneficiar muita gente: os moradores, os comerciantes, os caminhoneiros, então, deveria ser agilizada", finalizou.

Colinas
A AB Colinas informou, em nota, que a obra de recuperação da SPA-155/308 começou no dia 17 de abril. A empresa disse ainda que apesar do trecho e da obra não constarem no contrato de concessão assinado entre a AB Colinas e o Governo do Estado de São Paulo, a concessionária concordou em realizar os trabalhos após acordo com a Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), que aprovou o projeto e a inserção da obra no contrato de concessão. O prazo para a conclusão e liberação do local é de dois meses a partir do início da obra e o investimento da concessionária na obra é de R$ 964 mil.
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